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Nesta seção você acompanha as letras das músicas contidas em nosso EP Demonstrativo:

A Fênix Negra
Composição:
Sancho Freitas, Tiago Aléxis e Vinícius Beltrão

Ele tentou não olhar não quis acreditar
E disfarçou seu olhar pra ninguém perceber
E se calou pois não quis magoar mais ninguém
E inventou mil desculpas pra não se mexer

Não tinha pra onde correr
Sabia que seria mau
Pensou no que tinha a perder

Foi brigar e lutar e travar contra si
Uma disputa interna uma batalha eterna
Sangrava por dentro querendo sorrir
Sentia na pele o calor do inferno
Brigando e lutando até se exaurir
Tinha inimigos de trapo e de terno
Sentiu o apelo e quis desistir
Deixou-se queimar pelo fogo do inferno

Ele queimou por inteiro até virar cinza
Depois viu o mal renascendo com ele
Fênix negra reconstituída
Ainda tinha medo e não quis se mexer

Não tinha pra onde correr
Sabia que seria mau
Pensou no que tinha a perder

E voltou a brigar e travar contra si
Uma disputa interna uma batalha eterna
Sangrava por dentro querendo sorrir
Sentia na pele o calor do inferno
Brigando e lutando até se exaurir
Tinha inimigos de trapo e de terno
De novo sentiu tinha que desistir
De novo queimando no fogo do inferno (3 vezes)

De novo queimando no fogo do inferno (8 vezes)

Atira Pra Matar
Composição:
Sancho Freitas, Tiago Alexis, Vinícius Beltrão e Adriano Nazareth

há um pouco de decência na vagabundagem
alguma honestidade na ingratidão
e hoje tem banho de sol
na sua prisão de grades invisíveis
e os seus sonhos mais incríveis
ficaram do portão pra fora
e o que restou agora
o dilema de sobreviver

atira pra matar ou sangra até morrer
ninguém vai se importar com o que acontecer
e tudo tão igual e sempre no final
é você trancado no seu mundo sujo

eu tive um sonho onde ninguém atirava
e a janela da esperança não fechava
onde seu sangue não sujava meu chão
a liberdade já não era um palavrão
os corpos caem e eu prefiro não ver
mas esse é o dilema eu tenho que sobreviver
a bala perdida passa bem perto de mim
será que um dia essa porra vai ter fim

teu carro não é blindado
e o pneu já foi furado
o moleque ta armado
vai te acertar

não fica na rua o foguete subiu
o fardado vai chegar pra tentar mirar
e atira pra matar
e atira pra matar

há um pouco de medo em todo lugar
alguma claridade na escuridão
sua vida é tão normal
no seu olhar imagem da frieza
e o seu mundo é incerteza
ou certeza de que nada é certo
ninguém fica perto
de quem pode matar ou morrer

Fel
Composição: Indisponível

todo fim de semana é a mesma farsa
toda segunda feira um novo recomeço
a cada julgamento uma nova sentença
e novas penitências pra um velho pecado

sobra fel onde haveria o mel
encontrar pedaços em todo lugar
resistir e ainda permanecer aqui
mesmo que isso nunca pare de sangrar

todo fim de semana tudo disfarçado
um grito silenciado por pura prudência
a cada decadência aumenta mais o medo
todo fim de semana fica mais sem graça



Desbotado (acústico)
Composição: Sancho Freitas, Tiago Alexis e Vinícius Beltrão

não que o sol não brilhe hoje
mas amanhã é um novo dia
e ainda que haja outro sol
que diferença isso faria

é que é difícil merecer
e é mais difícil não querer
adormecendo desbotado
é tão estranho amanhecer

não que isso faça diferença
não era isso que eu queria
e eu não faria nada igual
mas não sei bem o que eu faria

é que é difícil merecer
e é mais difícil não querer
adormecendo desbotado
é tão estranho amanhecer

e esse sangue nas veias
correndo mais e mais
cada dia um começo
sem nunca olhar pra trás
nunca mais sentir medo
era tudo que eu queria
cada sol me desafia
eu querendo algo a mais

não que não possa ir em frente
é movimento e letargia
estando tudo anormal
é tão normal não ver o dia

não que não esteja acordado
e em que mundo dormiria
e num silêncio sepulcral
a madrugada é covardia

é que é difícil merecer
e é mais difícil não querer
adormecendo desbotado
é tão estranho amanhecer

(*) para baixar as músicas clique no nome em laranja.
 


 
 
 
 

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